“E se um dia você acordasse cedo, apenas para vir tocar a campainha da minha casa e me chamar pra tomar café-da-manhã contigo, logo ali na panificadora de esquina? Talvez me levasse para algum parque da cidade após estarmos satisfeitos e arrancasse uma flor dos raminhos que beiram as casas do caminho. Acreditaria que é um conto de fadas, sim, acreditaria. E pediria à Deus que jamais me acordasse desse sonho, como já faço todo dia.” (S.G.)